set 18 2009

Programa Som de Rua – Monique Barcellos entrevista Jeff Gardner

Clique e ouça a entrevista de Monique Barcellos com Jeff Gardner:

Primeira Parte

Segunda Parte

Confira a matéria escrita aqui

Acesse: www.myspace.com/pgmsomderua


set 14 2009

Pescosso Colorido em PORRALABAKATA BIG BANG (2009)

Vivendo temáticas inteligentes e direcionadas, o PESCOSSO COLORIDO vem explorando a vida, desenvolvendo novas fórmulas de se fazer musica. Emergido das tintas, em meio a ruídos de máquinas de tatuagem, buscando o diferencial e dando uma cara extremamente PERNAMBUCANA ao RAP, o grupo carrega nas letras e no peito RECIFE e OLINDA, para mostrar pro mundo mais uma vertente de nossa cultura nordestina.

Com produções e composições próprias, BRIG, ESCOBARE e BANTORRA, vêm fazendo shows com performances fortes, mostrando o diferencial no palco. O PESCOSSO COLORIDO apresenta uma proposta totalmente experimental, para a musica em geral, com instrumentais tocados pelo próprio grupo, embalados por programações de baterias, mixados a diversos samplers. A faixa 22 “em busca da prata” é um trampo meu com os caras, satisfaçao total conexão Porto Alegre-Recife, confiram!

Leia a entrevista no Central HipHop (Bocada Forte)

Para adquirir o cd/contatos: porralabakata@gmail.com

DOWNLOAD DO CD CLIQUE AQUI!


set 12 2009

ENTREVISTA COM JEFF GARDNER

JAZZ E MPB PELO MUNDO

CONEXÕES E ENCONTOS COM O PASSAPORTE DA MÚSICA

“(…) A  minha linha de composição que eu gravo, principalmente minhas músicas, têm muita coisa de ritmo brasileiro, mas casado com uma harmonia jazzística, um pouco mais puxada, com uns relevos de música contemporânea, mas sempre com um suingue brasileiro.”

(Jeff Gardner)

O jazz revolucionou a forma ocidental de se fazer música, tendo seu próprio auge em 1959, a exemplo do memorável disco Time Out de Dave Brubeck, que ampliou seu horizonte rítmico, até então sem variações, no compasso 4 por 4. Essa revolução acabou tornando o jazz, apesar de sofisticado, incrivelmente popular.

Exatamente cinqüenta anos depois, consagrado e abraçado como raiz dos principais ritmos contemporâneos - como o rap produzido em Nova York - o jazz traz hoje as mais diversas combinações e ritmos, além da a arte do improviso. Para falar dessa e de outras tendências dentro do jazz, nosso entrevistado é um dos mais expressivos representantes do gênero no Brasil e no mundo. O pianista, compositor e educador Jeffrey Dana Gardner.

Nascido em Greenwich Village, bairro de Nova York, Jeff Gardner conta como entrou no mundo da música e como passou a morar no Brasil em 2002. Norte-americano e bem brasileiro, Jeff Gardner estudou com grandes nomes do jazz como John Lewis e Don Friedman e música erudita com a lendária Nadia Boulanger. Destaca as principais influências entre os ritmos brasileiros, que resultaram em grandes parcerias na MPB. O compositor aponta o critério para gravação e distribuição dos álbuns e avalia os prós e contras como artista independente.

Jeff Gardner já se apresentou em inúmeros festivais levando toda mistura de jazz e música contemporânea para todos os públicos. O pianista fala das turnês pela Europa e América Latina. Tem 17 discos lançados, um gravado em Havana, outros no Rio.

Durante a entrevista, Jeff comenta parcerias com Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, Vitor Assis Brasil, Dori Caymmi, Paulo Moura, e outros grandes músicos. Adianta novos trabalhos, entre eles, a produção de trilhas sonoras para cinema. E deixa um recado a todos os músicos brasileiros. Confira essa e outras histórias de amor pela música e pelo Brasil na entrevista exclusiva com o peso pesado da música mundial, Jeff Gardner.

ENTREVISTA COM JEFF GARDNER

Monique Barcellos – Como foi o início da sua história com o jazz e o piano?

Jeff Gardner – Eu nasci na gema, no Greenwich Village, que é a parte de Nova York - agora muito rica, mas sempre foi a parte mais artística, os clubes de jazz, os artistas, atores se cruzavam, tinha muita gente dos meios artísticos lá. E a gente veio morar em vários subúrbios perto da praia. Então eu sempre fui rato de praia (Risos). A minha mãe era formada professora de piano, não dava aula mas tocava em casa. E o meu pai tocava violão, violino e cantava muito bem. Eles me ofereceram aulas de música, aos 5, 6 anos eu já estudava piano. Nunca parei, estudei muita coisa de música erudita, mas já aos 12 anos eu fiz meu primeiro show de blues e jazz. Alguns rapazes mais velhos do meu high school, do meu colégio, me chamaram para fazer uma noitada num barzinho para a festa de aniversário de uma pessoa que eu não conhecia, aí no final da noite me deram 20 dólares. Aí eu falei “É isso aí! (Risos) Eu vou ter esse prazer absurdo de tocar música e ainda vou ganhar dinheiro!”, já fui por aí.

MB – Além das influências do jazz e da música erudita, você estudou com nomes lendários do jazz, como John Lewis, Don Friedman, além de Nadia Boulanger na música erudita.

JG – Nadia Boulanger foi assim: eu já tinha estudado muita coisa de piano-jazz com grandes mestres e quando eu tinha 24 anos eu morava em Boston, minha mãe me ligou e falou “Acabei de ver um especial na televisão sobre Nadia Boulanger”. E eu falei “Quem?”. Nadia Boulanger foi a professora de música mais famosa do século passado, sabe. Formou muita gente. Eu fui para Paris e passei uma audição com ela – ela me aceitou e eu tive aula particular de música erudita com ela durante quase 2 anos.

MB – E quais foram as suas principais influências entre os ritmos brasileiros?

JG – Olha, eu gosto de muita coisa. As primeiras influências eram tom Jobim e Milton Nascimento, através de um disco que Milton gravou com Wayne Shorter chamado “Native Dancer”, acho que de 77, 78, com Robertinho Silva. E quando eu cheguei aqui em 80 eu conheci Vitor Assis Brasil, toquei com ele no Maracanazinho, no Monterey Jazz em 80. E conheci o Hermeto (Pascoal)... Que eu considero um super gênio, o maior dos músicos brasileiros e, com certeza, um dos maiores gênios musicais de todos os tempos. Aí fui descobrindo, em 81 gravei com Dori Caymmi, também virou um amigo e um outro ídolo meu. Sempre tocando muito, viajando muito no Brasil, para Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, e outros estados ouvindo coisa de muita gente, não necessariamente famosa, mas que também me influenciou.

MB – Qual o critério para gravar seus álbuns? Você sempre gravou e distribuiu de forma independente? Quais os pontos positivos e negativos de ser artista independente?

JG Mais recentemente, os últimos 4, 5 discos eu tenho feito uma distribuição independente, porém eu tenho uma distribuição no Japão através da Disk Union. Está começando a ficar mais interessante a distribuição digital. O problema  é conseguir espaço na imprensa sendo um lançamento independente. Infelizmente a imprensa gratuita já era. Você tem que pagar alguém pra chegar nas pessoas, se é que você não tem que pagar até para ter matéria. Lancei muita coisa com gravadoras na França, algumas coisas com uma pequena gravadora nos Estados Unidos. É bom e é ruim. É bom porque a gravadora consegue imprensa (às vezes!). É ruim porque você não controla o produto final. Você tem por exemplo a arte da capa. Algumas pessoas falam que mais do que para ganhar dinheiro, o CD é um cartão de visita, porque as grandes estruturas para vender CD estão acabando.

MB – Você já se apresentou em inúmeros festivais de jazz com o duo “Blind Data”, misturando jazz e música contemporânea com Andrew Schloss. Como você vê a cena jazz no Brasil?

JG – “Blind Data” é um duo que virou um trio. O Andrew Schloss que toca radio drum, que é um instrumento que não dá nem para descrever. É um tambor que tem 4.000 captadores de rádio lá dentro, ligado a um computador. E a esposa dele, Irene, é violonista, tocamos num festival de música alternativa, contemporânea, chamado Electric Eclectics no Canadá ano passado, festivais na Alemanha, na França. É mais um projeto que eu pretendo gravar logo, logo (Risos).

MB – Você tem feito Festivais na América Latina?

JG América Latina, muita coisa. Três turnês e sete festivais na Colômbia, tem muito festival de jazz lá. Honduras, El Salvador, Equador, Chile, República Dominicana E representei o Brasil duas vezes no Festival Jazz em Lima, em Peru com patrocinio do MINC e do Itamaraty. Tenho feito muita coisa pelas embaixadas norte-americanas como professor de música e concertista. E aqui no Brasil eu tenho feito festivais também. Muita coisa de concerto em salas bonitas, em trio e também piano solo, que é uma coisa que eu gosto muito.

MB – Como você vê a cena musical no Brasil?

JG A cena musical assim, no Brasil, tem muito talento. Eu não sei se é jazz, o pessoal fala Música Contemporânea Brasileira, eu gosto de Musica Instrumental Brasileira (MIB). Eu acho que tem muito talento, jovens  músicos fantásticos, e claro, os velhos também, fantásticos. Mas eu vejo o espaço para música muito reduzido aqui. Problema de cultura, de grande mídia, que não dá espaço na televisão e nas rádios comerciais para uma música que não seja padronizada. E tem uns restos de colonialismo, de muita música, até cantada em português, mas com batida internacional e que pra mim… Bom, dizem que é MPB, mas para mim MPB é samba, é baião, é xote, é côco, sabe. (Risos) É muita coisa! Eu não tenho medo de um rock’n roll bem tocado, mas eu acho que o Brasil tem tantas outras histórias musicais para contar, né. E eu sou muito influenciado, a minha linha de composição que eu gravo, principalmente minhas músicas, tem muita coisa de ritmo brasileiro, mas casado com uma harmonia jazzística, um pouco mais puxada, com uns relevos de música contemporânea, mas sempre com suingue, seja brasileiro, afro – cubano, jazz, africano, ou outros ritmos que a gente vai inventando!

MB Você tem 17 discos gravados, um em Havana – Cuba, outros no Rio, entre eles “SKY DANCE”, com a participação de Gilberto Gil como vocalista em 92. Como se deu  essa parceria?

JG – Foi muito gostoso e, como muita coisa que acontece comigo aqui no Brasil, foi muito misterioso. A gente estava gravando o disco Sky Dance no estúdio do Gil no Rio de Janeiro e eu bolei uma música, um  candomblé com o então pianista dele, o William Magalhães, líder da banda Black Rio. Aí tinha uma música, o disco estava todo feito, pronto. A gente tinha o instrumental feito, que o Gil ia cantar, só que não tinha letra. O dia da gravação era sábado, meio-dia e o Gil ia para Tóquio aquela noite. Então acordei assim de manhã, coloquei a fita e fiz a letra, que se chama Save The Earth, Salve a Terra, uma mensagem muito ecológica. Gil viu, gostou. Gil adorou a letra, gravou a voz principal e mais dois backing vocals, tudo! Na primeira! Pulando em 5 por 4, tem esse detalhe, que não é um ritmo habitual para música popular. Aí a gente gravou tudo, mixou tudo, ouvimos o mix 2 vezes , tudo em uma hora e dez minutos! E ele perguntou “Era isso que você queria?” (Risos). E falei “Era exatamente isso!” (Risos), “Obrigado, de coração”, aí ele foi pegar o avião dele. Foi um sonho! Produzir o vocal do Gil num disco meu. Infelizmente não teve a repercussão que deveria ter tido essa música. E está parada na gaveta da Universal lá na França. Estou tentando negociar para tirar das garras dessa multinacional, que não quer nem relançar o disco.

MB Como foi a parceria com Hermeto Pascoal? E os trabalhos atuais relacionados às parcerias?

JG – Pois é, Hermeto me deu um arranjo nesse disco Sky Dance. A música Circle Wind é um arranjo do Hermeto numa música minha. E agora o mais recente é uma série de tributos aos grandes mestres da Música Instrumental Brasileira (MIB), chama-se “Abraços” e é um trio com Carlos Balla na bateria, Alberto Continentino no baixo, gravado aqui no Rio. Estamos preparando o “Abraços 2”! O segundo “Abraços” (Risos). .Muita coisa!

MB – Quais as principais parcerias atuais?

JG Os principais parceiros agora são Carlos Bala, Rafael Barata, Xande Figueiredo, e Di Steffano na bateria. E to tocando, por incrível que pareça, muita coisa brasileira com um baixista argentino muito bom, excelente, fantástico, chamado Adrian Barbet. A gente está agora preparando um concerto em trio.

MB – Em 2002 o CD “GRACE” foi gravado ao vivo com o baixista David Friedman. Foi consagrado pela revista Jazz Times como um dos melhores daquele ano. No mesmo ano você foi radicado no Brasil. Como surgiu a idéia de morar no Brasil?

JG - Bom, acho que eu sempre tive essa idéia de morar aqui no Brasil (Risos), desde que eu cheguei aqui em 1980, quando aquele avião pousou aqui a primeira vez, eu falei  “Tô em casa!”. Em 2002 conheci a Rosa, minha esposa, a pedi em casamento, ela falou que sim. Estamos com duas filhinhas gêmeas, morando em Saquarema, um lugar maravilhoso. Eu acho que é um lugar que eu sempre sonhei em morar. E é isso, eu acho que só estava faltando a oportunidade, e estou aqui, praticamente desde 2002.

MB – E de que forma a cidade e a paternidade influenciam nas suas composições?

JG – Olha, a gente tem menos distrações aqui. Não tem propriamente a noite, não tem muito restaurante, nenhum cinema, não tem show de musica interessante pra gente. Então a gente vai se aprofundando. A música é um caminho espiritual, então é todo dia muito trabalho. Agora com as filhinhas eu tenho menos tempo para estudar então as composições têm que ser assim, sai ou sai, sabe. Vamo que vamo!(Risos)

Eu tô levando fé que eu vou poder também encaixar minhas músicas com letra no repertorio de alguns cantores – Brasileiros e outros. Tem tido um feedback, umas reações muito boas. Até agora nenhuma gravação, mas a gente ta levando fé.

MB – Além da mistura sonora do clássico com latinidades, você também é educador. Como é essa prática aliada aos shows e quais as suas publicações?

JG – Normalmente quando eu faço turnê, sempre tem um ou outro workshop. Uma maneira de conseguir garantir nossa imortalidade, compartilhar nosso saber com as novas gerações. E eu tenho um livro de 500 páginas, chamado “Jazz Piano: Creative Concepts and Techniques”, que é sobre a Música, não é só sobre o jazz e não é só sobre o piano. E é a base dos worshops que eu dou aqui e lá fora. E também tem um livro meu chamado “Sentimento Brasileiro” que são peças minhas em ritmo de chorinho, baião e samba. E o “Blues Book”, que são peças simples em ritmo de blues. Todos esses livros são editados em Paris pelas Editions H. Lemoine.

E eu to preparando a gravação e a partitura de jazz para piano solo, 24 Jazz Preludes que são peças de uma dificuldade considerável e eu estudando 12 anos para a gravação do CD (Risos) para piano solo, só que tudo escrito. Então para mim  tudo é música. Como diria a minha professora Nadia (Boulanger), só existem dois tipos de música: a boa e a ruim (Risos). Então a gente evita escutar e tocar a ruim.

MB – O que pode adiantar sobre os próximos trabalhos e participações?

JG – Eu escrevendo um projeto cultural para o Choro Novo, que é meu grupo de choro. Eu consegui escrever um suite de chorinhos. E a gente fez um show com o Caio Marcio na guitarra e violão, que é artista da (gravadora) Biscoito Fino, Sergio Krakowski no pandeiro e um menino Luis Barcellos, que é um gaúcho arretado no bandolim. Quarteto sem baixo, sem bateria, com piano, tocando chorinhos meus. E também tem um disco meu chamado “Suite das Águas” em parceria com Marcia Kern -é uma coisa ecológica, com letras sobre a água, sobre ecologia, desmatamento, essas coisas. Porque eu acredito que o artista não deve viver fora do seu tempo. Também estão rolando parecerias com a Jane Duboc, Vera Medina e a Simone Guimarães – todas com musicas cantadas – letras minhas e delas. CINEMAEu fui convidado a realizar as trilhas sonoras de filmes, making off de Michael Rogosin sobre os filmes do pai dele, Lionel RogosinAn American in Sophiatown (sobre o filme do pai), Come Back Africa e o The Perfect Team e making off sobre On the Bowery, do Lionel. Lionel Rogosin é talvez o maior cineasta de documentários de todos os tempos. LANÇAMENTOSE preparando outros lançamentos. Tem um CD que está pronto chamado “Look Inside”, com um parceiro francês Pierre Comblat, que tem tudo, baião, rap nesse disco. Então eu to sempre buscando novas aventuras musicais e esse disco “Look Inside” eu levo maior fé, tem letra em árabe, em espanhol, em português, tem techno bossa, tem muita coisa diferente, neguinho vai ficar agradavelmente surpreso com esse disco (Risos).

MB – Onde podemos encontrar seus CD’s?

JG – Meus CDs, a maioria deles está disponível no meu site, http://www.interjazz.com/jeffgardner, no Myspace http://myspace.com/jeffgardnermusic e também no www.cdbaby.com , como download no Itunes, certas coisas e nos meus shows, né (Risos). O ponto de venda privilegiado aqui no Rio é a loja Arlequim, no Paço Imperial, tem vários CDs meus.

MB – Considerações Finais

JG – Agradeço a você pela atenção e um grande abraço a todos os músicos brasileiros que tem me recebido com muito carinho. Votos de que - a música popular e música boa – que os músicos jovens continuem a acreditar no seu sonho de fazer a música que eles queiram, que é uma batalha. Tem que sonhar, tem que ser muito organizado e tem que ter muita paciência e muita garra. E é isso.

AGENDA – JEFF GARDNER SETEMBRO / OUTUBRO 2009

Fonte : http://myspace.com/jeffgardnermusic

27 set 2009 20:00 ANGERS ANGERS

2 out 2009 20:00 ANGERS ANGERS

3 out 2009 20:00 ANGERS ANGERS

6 out 2009 20:00 MADAJAZZCAR FESTIVAL ANTANANARIVO, MG

12 out 2009 20:00 ITALY OCTOBER BASSANO DELLA GRAPPA, VICENZA, IT

  • Colaborou: Monique Barcellos (Jornalista)

moniquebarcellos@gmail.com


set 1 2009

Rinha dos MCs

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Nesse mês de setembro a Rinha dos MCs tá fazendo 3 anos e pra fazer a festa da galera tá com super promoções!

Preços especiais, drinks free, prêmios master!!!

Apareçam por lá! =)

Executivo Bar

Rua 7 de abril, 425, Metrô República